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BARACK HUSSEIN OBAMA WINS!

Ontem o mundo (ou boa parte dele) parou pra assistir ao primeiro half nigger/afro-american ou como queiram chamar, adquirir a posição de Supremo Imperador Mundial. Eu fui um dos que viu o discurso do loser McCain, que agitava seus braçinhos na direção da multidão, inchando o assoalho bucal bem como um sapo faz, dizendo que fez o que pôde e que fará o possível pra trabalhar ao lado do Imperador. Eek.

Ora bolas, se de um lado temos esse espetáculo deprimente, do outro temos o discurso da vitória, bem mais empolgante. Obama é sem dúvida um bom orador, dá até pra comparar com líderes nazi-fascistas, nesse quesito. Mas só nesse. O povo americano finalmente demonstrou ter o mínimo de bom senso ao por um negróide pra defendê-los em palanques espalhados pelo mundo. E demonstrou, além disso, que confiam naquele cara que, diferente do Bush (noob/imaturo), pode chutar-lhes a bunda bem mais alto do que já estão. Confiam naquele cara pra ajudar a conter a crise. Tá certo…

Obama vai entrar na Casa Branca com atiradores espreitando nos jardins, literalmente. Será mais ou menos essa a sensação. Bolsas caindo em todo canto do mundo, bancos vendendo ações, déficits aparecendo rapidamente.

“Do outro lado do Atlântico”, como disse o nosso Lula, já estão especulando sobre como vão trabalhar com essa crise até 2010. José Serra/Dilma Rousseff que o digam. Esses dois provavelmente vão estrelar espetáculo parecido com o de ontem, aqui em terras tupiniquins. E vamos ver se o país aguenta a crise até lá, só com esse superávit e as milhões de reservas-mito que o Lula teima em citar.

Colecionáveis de infância!

Esses dias tive a idéia de fazer um post nostálgico sobre a gloriosa e inesquecível época das gamelocadoras, e tenho certeza de que agradaria muita gente. Mas tô sem tempo agora, então resolvi postar um texto, também nostálgico, que escrevi pro Taverna Nerd (meu blog conjunto fracassado) sobre colecionáveis de infância. É tapa buraco mesmo, gtfo. And enjoy the travel.

<Escrito por: Necrudo>

Esse dia eu estava pensando como eu era cheio de “trecos”, quando pequeno. “Quando pequeno” entenda de uns 6~8 anos atrás. Todo bom nerd que se preze coleciona algo. Isso vem de dentro, da alma (se ela existir). Eu possuia realmente uma porrada de tranqueiras que grande parte do povo que ler isso deve conhecer: dezenas de milhares de cartas de magic (um pouco recente, 6 anos atrás…mas ainda válido), tazos de todos os tipos (elma chips, ah…elma chips!) e outros colecionáveis, comuns aos caras de 15 até 18 anos, eu acho.

O primeiro colecionável de que me lembro, o mais memorável…era um que se chamava CAPS. Esse tazo, muito especial por sinal, foi uma febre exatamente há uma década atrás, 1998, quando eu estava na quarta série, assistindo YuYu Hakusho/Dragon Ball e brincando com Geloucos (essa é outra história). Tratava-se de um tazo que vinha de brinde naqueles chicletes PLOC! se não me engano. O motivo do sucesso do CAPS vinha de uma aglutinação de fatores:

1- Era barato demais! Molequinho pedia R$1 da mãe por dia pra “comprar merendinha”, e saía do seu zé dos bombons com nada menos que DEZ tazos e algumas cáries em dias posteriores.

2- O material dessa droga de tazo (droga hoje, porque antes era um artefato que gerava até sangue entre gangues juvenis) era o mais vagabundo possível. O cara que criou aquilo foi muito esperto, admito. Só pra comparação…dava pra entortar um tazo daqueles tão fácil como se entorta uma “capa dura” de um caderno, e sabemos que de dura não tem nada.

3- A temática da coleção CAPS. Se me lembro bem, lançaram essa linha de tazos da em época de Halloween. Logo, tínhamos todo o tipo de bizarrice, terror/horror pop e lendas urbanas, pintadinhas naqueles frágeis CAPS, para o delírio daquelas crianças perturbadas. Imagine só você, criança de 10 anos, comprando tazos “divertidos” e se deparava com ilustraçõs como Jack, o estripador (conheci o personagem no CAPS, inclusive), decepando uma moça e mostrando sua faca ensanguentada, ou então, Jason arrancando a cabeça de uma vítima. Eram coisas assim. The 90’s rulez.

Se liga na sagacidade, insensibilidade e puro descaso com a mente infantil da época.

4- CAPS era simplesmente a moeda de troca da molecada. Era o nosso dinheiro. Ser rico equivalia a andar com o bolso cheio de tazos valiosos conseguidos em trocas sábias ou árduas batalhas de bafo. Aquela deliciosa época coincidiu com uma época do ano em que ficávamos todas as noites sem luz, das 19:00 até umas 23:00. Era simples: a luz ia embora, gritos de todo os cantos do bairro ecoavam (pessoas soltam gritos de alegria quando a luz elétrica vai embora…nunca entendi bem isso) e a molecada convergia pro pátio de alguém com seu bolo de CAPS, que no mundo real geralmente não valia nem R$5. E daí as “negociações”, “desafios” e o escambau, ocorriam. Quando a luz voltava, a meninada exibia as novas aquisições (momento pra zoar os perdedores, também). Pra quê dinheiro, se você pode ter algo bem mais legal, encaixa direitinho na mão, não fede, não rasga fácil e ainda vem com um desenho from hell®?

Esses eram os principais motivos do sucesso de CAPS. Havia um também não citado, mas nem por isso era menos importante: se o seu zé dos bombons ou do mercadinho não tinha troco, ele dava tudo em quê? CAPS, malandro. O troco não era nem seu (sua mãe que mandou você comprar alguma coisa lá no mercadinho), mas você aceitava tudo em CAPS…apanhava da mãe mas teria moeda no crepúsculo.

Impossível não falar em colecionáveis de infância sem mencionar os da Elma Chips! Que hoje são uma droga, admito. Sinto pena dos tolos que foram esperar pra nascer tão tarde.

O negócio dos colecionáveis da EC era diferente. O preço do salgadinho era inviável. Não lembro bem, mas acho que chegava a R$3. Eu estudava em um colégio de freiras, cheio de riquinhos. O que os pobres como eu faziam? Oportunismo. Utilizávamos uma tática milenar aliada aos ensinamentos de Darwin: “os mais adaptados ao ambiente sobreviverão”.

Explicando melhor: os primeiros colecionáveis da EC que eu me recordo (os que foram realmente uma febre) foram as SuperCartas Pokémon. Estratégia sagaz. Na época, a criançada toda estava ligada no anime, e outra parcela de little nerds tava quase “vivendo” dentro de suas fitas de pokémon yellow. Nem preciso dizer que as SuperCartas foram um estouro. Funcionavam da seguinte maneira: 151 cards de pokémon, cada um tinha quatro poderes atrás, com valores, se não me engano, entre 1000 e 2000. Conseguir uma carta do adversário poderia ser feito de duas maneiras: bafo ou duelo de poderes. Se lembra do oportunismo, do parágrafo anterior? Então. Comprei um pacote de salgadinhos, e veio minha primeira SuperCarta, um MewTwo. A mais linda de todas. E como foi de lá em diante? Era só chegar nos moleques riquinhos, que geralmente eram uns gordinhos burgueses com bochecha rosada, lerdos e babões (um dia farei um post só falando do meu ódio para com esse tipo de criança escrota), e por isso, perdiam quase tudo no bafo e choravam feito bebês, para a minha satisfação. Então, começando com um MewTwo e depois de uma tarde tirando carta daqueles aglomerados de adipócitos, lá estava eu com uma pilha de cartas na mão. Algumas coladas com durex, outras bem desgastadas. Mas eu estava pronto pra batalha.

Nostalgia 200%

Eu tinha a moeda. Com CAPS era bem mais fácil fazer a troca do REAL para o tazo. Com as supercartas era mais difícil. É como trocar REAL por DOLLAR. Porque, como já disse, os pacotes de salgadinhos eram caros. Enfim, com meu bolo de cartas na mão, pensei: “finalmente posso duelar com poderes, não preciso mais de bafo…vou ver como é”. Não demorei muito pra descobrir que ninguém duelava dessa forma, pelo simples fato que algum filho da puta tinha duas cartas que tinham 2000 em todos os poderes (tudo maximizado). Eram: Seadra e Starmie. Logo notei, no auge da sabedoria dos meus 12 anos, que o imbecil que criou aquilo não entendia nada de pokémon. Meu MewTwo era mais fraco que uma Starmie. E assim, eu perdi meu MewTwo.

A era das SuperCartas acabou com louvor e deu lugar aos Tazos de Pokémon (primeiros 151). Febre igualmente difundida pelo colégio (bem como na época das cartas, era só andar pelos pátios com um bolo na mão que sempre tinha alguém com um bolo também), onde se aplicava, da mesma forma, a bendita técnica de oportunismo, por ser um brinde dos salgadinhos. Dessa vez, existiam evolutazos, uns que você movimentava e via o pokémon evoluir, na sua frente. Um espetáculo. Qualquer um poderia perder uma hora mechendo um evolutazo do Machop -> Machoke -> Machamp. Sério.

E tem evolutazo aí no meio!

O molecada na época dos tazos já estava mais esperta, e o bafo foi ficando mais disputado. Quem é perito em bafo sabe que a textura de tazos é bem escrota. Eles grudam com água, cuspe…várias técnicas foram desenvolvidas, safados (eu) largavam aquela bela cuspida no tazo pra colar no do adversário, e assim vai. E a era dos tazos foi se esvaindo.

Promoções Coca-Cola. Devo admitir…a Coca-Cola me fez feliz na infância de uma forma que eu nem me lembrava. Era simples: beba Coca-Cola, junte as tampinhas (cada uma vale um determinado número de pontos) e troque pelos brindes colecionáveis, propunham os visionários da empresa.

Só na copa de 98 lançaram duas coleções: Futegudes (bolinhas de gude transparentes, do material mais escroto possível, com uma fotinha do jogador dentro) e uma outra que eu não cheguei a colecionar, que eram estatuetas de caricaturas dos jogadores da seleção.

Outras coleções de destaque da Coca-Cola (colecionei tudo que falo aqui): Geloucos e Gelocósmicos (creio que esses foram uns dos mais marcantes, o material era legal, e dava pra colocar na estante e exibir) e as maravilhosas réplicas de garrafas, que eram réplicas em miniatura de garrafas de Coca-Cola através dos anos. Eu tinha todas. O mais interessante sobre essas réplicas eram as lendas acerca das mesmas. É imaginável que essas garrafinhas por serem réplicas, eram de vidro, e possuíam um líquido dentro. A molecada da época vivia especulando o que era aquilo. Uns diziam que era xarope, outros café, outros diziam que era apenas Coca-Cola, e os já extremistas natos diziam ser veneno. E, adivinha: todo mundo acreditava. Nêgo não bebia aquilo é com nojo.

Geloucósmicos!

Futegudes! Febre da copa, porra.

Passando pelas coleções que eram, no geral, miniaturas, chego nos gibis. Sempre fui viciado em Turma da Mônica (minha coleção tinha coisas realmente valorosas como o Gibizinho da Mônica nº 1, minha maior raridade na época), tinha pra lá de 500 gibis, chutando, isso em pouquíssimo tempo de coleção. Com o passar do tempo fui gostando mais e mais da coisa até ir comprando Zé Carioca e derivados. Vale lembrar que herdei uma coleção de gibis, quando criança. Tinha de tudo: Marvel até Tio Patinhas. Colecionar gibis sempre foi algo que correu nas veias.

E hoje, eu coleciono o quê? Tô tocando três coleções: HQ’s, DVD’s e Video Games/Jogos. Essa última é a mais espendiosa, mas nada que não vá se acumulando com o tempo e um esforcinho no trabalho. E o mais legal é perceber que coleção = investimento, e um dia você vai ver o preço das coisas que você coleciona lááá em cima e dizer: Não vendo, passar bem.

Nova Era.

Desde o início desse mês eu implementei um novo ritmo à minha vida, e está sendo bem interessante. Trata-se de um novo meio de ocupar o meu tempo com coisas produtivas (o que, de fato, não ocorreu nos últimos meses), além de ocupar minha mente quase 100% do tempo em que me mantenho acordado.

É simples: até Julho desse ano, eu acordava na hora do almoço, na maioria dos dias, vagabundava a tarde toda, ia para a faculdade de noite, e ficava acordado até umas 4 da manhã. Não precisou muito tempo para eu perceber que isso estava bem wrong. A medida para isso foi simples: substituir o tempo ocioso por produção.

Mudanças:

-Acordo todos os dias às 6:00 da manhã;

-Estudo até 8:00, jogo até a hora do almoço (all work and no play makes Jack a dull boy);

-Estudo a tarde toda;

-Faculdade;

-Estudo o resto da noite/jogo, após a faculdade.

-Dormir (limite de horário: 1:00);

-Repetição do ciclo.

Resumindo, virei um studyholic. Estudar vicia, acreditem. Ainda mais em doses cavalares.

Quando começo a jogar por muito tempo, ou fazer algo inútil por mais de uma hora, começo a ficar inquieto. “Poderia estar estudando…”

Conhecimento aliado à diversão pode curar muitas coisas. É como aguardente. E tem mais: o título deste post não se refere só a isso. Práticas que ficaram esquecidas em 2007 retornaram: voltei a beber com os amigos às sextas-feiras, meu gosto musical está voltando ao normal, e meu ânimo está voltando ao normal…

Tudo de volta ao normal.

Coleção em perigo.

Readquiri recentemente o hábito de colecionar HQ. Devo dizer que é um hábito deveras saudável, aprazível, um bom jeito de “investir” seu dinheiro, talvez? Muita gente estranha quando eu boto a palavra “investimento” nisso, mas costumo dizer que toda coleção é um investimento futuro. Uma simples edição mensal agora pode valer uma nota daqui a 30 anos, se você ainda estiver vivo…o que não quer dizer que você vai vender, dando-lhe um status de velhinho batuta das HQ’s raras. Sacou?

O maior problema de uma coleção é mantê-la. Eu ainda estou naquela fase de comprador compulsivo, todo início do mês venho da banca com 7 edições mensais debaixo do braço (PUTA QUE PARIU, sim..e eu leio tudo rapidinho), isso dá quase R$50, tirando especiais. São 4 da marvel e 3 da DC, inicialmente eu era um projeto de marvelfag, mas acabei não resistindo à cósmicidade superior da DC, e tive que olhar uns 3 títulos.

Então, mantê-la. Primeiro: espaço. Meu quarto é grande, mas quase que totalmente ocupado. Únicos lugares onde posso colocar algo como um armário de aço  pra arquivá-las são embaixo da TV (que é suspensa) e atrás da porta, o que seria um erro. Até agora, todas estão bonitinhas e cheirosas distribuídas em 3 compartimentos dentro do meu guarda-roupas, que é imenso…mas até quando? ISSO é preocupante.

Outro problema é o dinheiro, folks. Minha fonte de agua de Lindóia tá acabando, e é meio t3nso pedir dinheiro de velha pra comprar gibis, quando a mesma já se referiu a eles como “porcarias”, right? Right. Quando minha fonte acabar, provavelmente vou parar de comprar por um tempo.

Um problema em parar de comprar por um tempo é que quando você volta, volta perdidaço, sem entender porra nenhuma e querendo entender. Daí você vai atrás das edições perdidas em sebos, não acha, depois vai na Internet…orkut! (sim, orkut tem infinitas utilidades) comprar de alguém ou entrar em alguma comunidade pra conversar com alguém que conhece alguém ou um site que venda edições recentes em bom estado, e…bah.

O fato é que estou me preparando pra parar de colecionar por um tempo, a partir de Agosto. Vou ter um dinheiro até ano que vem, claro…pra manter o vício. E pra ver se arrumo um estágio ou outra bolsa, até lá…sem parar de colecionar. Sei lá.

Nem preciso dizer que a coleção de DVD’s vai ficar parada por meses. E com três pra comprar: Hulk, HdF e Batman, heh.

What in the blue fuck is this?

Porra, lembrei que tenho um blog. Fiquei sei lá quantos meses sem atualizar isso aqui, e sem motivo aparente, já que tenho tempo de sobra (e tive mais ainda nessas férias). Aliás, estranho isso de as pessoas dizerem que “não tenho tempo” pra isso e aquilo, não? Como já dizia um antigo professor de história, ou até mesmo o Gandalf (não exatamente nessas palavras): Tempo todo mundo tem, só deve saber o que fazer com ele.

Aconteceu coisa pra cascalho nesses meses, mas nada que mereça ser comentado. Entrei por acaso aqui e vi que tinham alguns comentários novos…as pessoas lêem essa joça. Posts antigos, mas lêem. Aqueles longos, que eu demoro uns 20 minutinhos pra escrever. Aqueles que dizem alguma coisa pra quem procura. Acho que vou voltar a escrever aqui. Sabe como é, não tenho alma de blogueiro, nem de twitteiro (um mini blog por sinal, andei mais lá do que aqui), e etc. Prefiro fazer outras coisas na internétch…e elas tomam o meu tempo todo online. Mas escrever um artigozinho aqui e acolá é bom, não?

Good news pra quem lê ou leu o guia de Frost Mage: voltei a jogart wow, e possívelmente a segunda parte do guia pode sair. Bad news: Tô jogando de druida, por isso o possívelmente.

Ah, um outro motivo de eu ter ficado sem atualizar, foi que juntei com 3 amigos pra fazer um blog conjunto, que não deu certo (durou uns 4 dias, uns 15 artigos…incrivelmente todo mundo parou ao mesmo tempo, em uma tarde ensolarada). Blog em conjunto só vai pra frente quando todo mundo quer. Um virou gay, o outro é ocupado demais (fake), o outro some por um tempão da net, e eu fico na vontade. Além de um motivo pra ficar sem atualizar, é um pra voltar.

Well, back in black?

O tempo não existe…

Isso mesmo. Esqueçam o tempo absurdo que fiquei sem atualizar. Porque, afinal, o tempo não existe. Se ele não existe, eu posso inventá-lo. Hoje é 2 de janeiro, e eu tenho novidades pra cacete.

Brinks. Na verdade eu viajei na velocidade da luz por um tempo. Por isso o blog ficou abandonado. Na verdade, todos viajamos! 12 de fevereiro? Que brincadeira é esta…Bom. Como eu havia dito, tenho umas novidades interessantes e um conselho a dar aos amigos leitores, e como eu sei que muitos são nerds vegetativos, preciso lhes dar esse WARNING:

Fiquem longe do jogo World of Warcraft. Foi esse troço que me tragou o mês de janeiro inteirinho, me fez esquecer o tempo, o espaço, me fez viajar na velocidade da luz…enfim. Trata-se de um jogo manipulador que a Blizzard criou pra arrecadar dinheiro de uma galerinha esperta que não faz nada da vida além de jogar, e também para destruir lares bem estruturados, vidas sadias e interação social entre os macacos.

Embora eu esteja dando esse conselho…eu não vou parar de jogar. Só estou falando isso pra manter os noobs afastados dos servers e não sobrecarregar, dá muito lag, atrapalhando grinding/questing/instances. Além do mais, noob é noob, e enche o saco. Ditto? Não jogue. ÇOME DAKI.

PÓREM, se você que estiver lendo não for um noob, tiver mais de 15 anos, estiver pronto pra abandonar uma parcela significativa da sua vida e levantar um alicerce viril do desenvolvimento nerdal para todo o sempre, acesse: http://www.wow-brasil.com/zohar/ e, por favor, ME WHISPA.

Outro assunto de suma importância é que minhas aulas começaram ontem. Estou estudando de noite, agora traçando parábolas pro caminho de volta pra casa, passando por lugares onde eu possa reduzir pelo menos 33% da marginalidade do centro da cidade às 22:00. Sem falar que nossa turma juntou com a da noite, a típica turma dos engomadinhos que falam pra cacete e fazem 30 minutos de pergunta após a professora explicar 20 minutos de matéria. É dose. Eu sei que pesquisador tem que ter o dom da dúvida, da pergunta e da crítica. Mas excessividade de dúvida, pra mim é burrice. O maior do de um pesquisador é…pesquisar. Sacas? ”Eu dou aos meus alunos o maior presente que lhes poderia dar como professor: a oportunidade de aprenderem sozinhos”, disse uma professora minha.

Enfim…é isso. Tô de volta, eu acho.

às portas de 2008

E mais um ano chega ao fim. Não vou dizer aqui que esse foi o melhor dos anos, mas foi um ano do caramba. Um ano que certamente eu amadureci em vários aspectos (como vem acontecendo rápidamente após eu ter entrado no ensino superior). Um ano marcado com coisas boas e ruins, claro, como qualquer outro. Saca só uma retrospectiva rápida dos acontecimentos mais importantes desse ano:

-Ganhei bolsa do CNPq;

-Comprei meu DS;

-Iniciei esse blog;

-Ganhei um cachorro;

-Tive um semestre hi-level na faculdade, e outro nem tanto;

-Começei a beber (moderadamente e raramente);

-Começei a ler mais;

– Expandi meus conhecimentos em diversas áreas;

-Descobri vocações;

-Conheci inimigos eternos;

Dentre outras coisas. É legal fazer essas micro retrospectivas e ver o quanto evoluímos a cada ano. Esse ano terminou fascinantemente bem, com coisas magníficas acontecendo bem no finalzinho. 2008 promete. E eu prometo. Saca:

-Ser um aluno melhor (eu já sou, mas sempre dá pra melhorar);

-Finalizar meu projeto com sucesso, e conseguir outra bolsa do CNPq;

-Falando nisso, trabalhar PRA CACETE em Janeiro pra adiantar bastante coisa;

-Me equipar com algumas tecnologias legais e novas;

-Fazer esse blog andar de vez;

-Zerar os RPG’s de SNES (objetivo de vida);

-Arranjar uma muié (difícil, mas nóis tem esperança. Afinal, nerd tá na moda);

-Ler mais do que eu já leio. Eu sempre penso que não é o suficiente;

– Aprender a cozinhar coisas que não sejam miojo/frango empanado/ovos (se é que preparar essas coisas é considerado cozinhar);

-Meu cabelo deve atingir o meião das costas (parte quase lombar) (não sou eu que decido isso, mas de acordo com uns cálculos aqui…até o fim do ano será uma realidade);

– Mandar pessoas escrotas tomarem no cu de vez (fui muito tolerante em 2007);

-Mostrar pra professorinha mal comida de genética que EU POSSO;

-Ver uma onça pintada/gavião real/sucuri na natureza;

-Tornar o meu DS o objeto final de entretenimento;

-Vencer algum random torneio de DS nos eventos de animê daqui da cidade. Rá.

-Comprar um Wii, SENDO BEM CAÓTICO (leia-se, se eu de repente ganhar uma grana alta pra poder gastar);

-Tentar não vomitar ao ver DBZ live action (tive que colocar isso. Ôôô desgraça que esse filmeco vai ser, viu);

Ufa. Acho que prometi até demais.

É bom sempre saber que nem tudo isso vai se realizar, mas é bom também ter consciência de que eu pensei nisso. Como um meio de mudar, evoluir.

That’s all, folks. Mais um movimento de translação finalizado com sucesso.

Consciência negra?

Estávamos lá na sala de aula quando alguém diz que ”semana que vem tem um feriado”. Ok, achei interessante porque feriado é sinônimo de putaria e vagabundagem, PORÉM depois disseram que era um tal de ”dia da consciência negra”.

Vou bater na velha tecla que já tá amarelada, DIA PARA NEGROS = SELF-RACISM. Qual é, povo..eu nem sabia da existência desse dia, mas caralho, ridículo. Por quê não um dia da consciência branca? Muita queratina agora significa um feriado nacional? Sinto pena da pseudo-negrada. Sentem orgulho de serem discriminados em um dia inteirinho.

E os índios? Estavam nesta porra de continente muito tempo antes dos portugueses ou os negros escravizados chegarem, foram dizimados, hoje são de posse do governo, são civilizados, perderam sua cultura e SEU DIA NÃO É FERIADO. Eles são a raiz do Brasil, o pó do café, aqueles que estavam, estão e estarão. Alguém tá pouco se lixando pra eles?

E os negróides? Aqueles que dizem ser negros, mas são apenas uns cafusos/mulatos de merda? Negro, meus filhos, é aquele que de tão negro brilha no Sol. É aquele que nem perde tempo aqui nessa terra baixa onde foram serviçais. Negro que tem que se orgulhar é aquele que não se mistura mais com porcos como nós. Negro que é negro deveria sentir vergonha de ter um dia desses.

Teste.

Pô, devido à pressão amigógena de alguns nerds do meu msn, eu me senti pressionado a abrir um blog aqui. Eu tinha um blog, o Critério Morfológico, que fiquei um tempaço sem atualizar devido a um problema no meu teclado, que me fez usar teclado virtual por aproximadamente 5 ou 6 meses, tornando impraticável a postagem.

Mas fazer o quê. Tô postando normal agora, sacas. Esse blog? Bom, eu quero falar muita merda aqui. Muita mesmo. Eu sou um cara que fala palavrão pra caralho. Pra porra. E aliarei isso a umas críticas, pensamentos, algumas nerdícies e coisas parecidas pra colocar aqui neste espaço.

Foi um bom teste? Deve ter sido.

Sapiência? Google it.