Archive for dezembro \31\UTC 2007|Monthly archive page

às portas de 2008

E mais um ano chega ao fim. Não vou dizer aqui que esse foi o melhor dos anos, mas foi um ano do caramba. Um ano que certamente eu amadureci em vários aspectos (como vem acontecendo rápidamente após eu ter entrado no ensino superior). Um ano marcado com coisas boas e ruins, claro, como qualquer outro. Saca só uma retrospectiva rápida dos acontecimentos mais importantes desse ano:

-Ganhei bolsa do CNPq;

-Comprei meu DS;

-Iniciei esse blog;

-Ganhei um cachorro;

-Tive um semestre hi-level na faculdade, e outro nem tanto;

-Começei a beber (moderadamente e raramente);

-Começei a ler mais;

– Expandi meus conhecimentos em diversas áreas;

-Descobri vocações;

-Conheci inimigos eternos;

Dentre outras coisas. É legal fazer essas micro retrospectivas e ver o quanto evoluímos a cada ano. Esse ano terminou fascinantemente bem, com coisas magníficas acontecendo bem no finalzinho. 2008 promete. E eu prometo. Saca:

-Ser um aluno melhor (eu já sou, mas sempre dá pra melhorar);

-Finalizar meu projeto com sucesso, e conseguir outra bolsa do CNPq;

-Falando nisso, trabalhar PRA CACETE em Janeiro pra adiantar bastante coisa;

-Me equipar com algumas tecnologias legais e novas;

-Fazer esse blog andar de vez;

-Zerar os RPG’s de SNES (objetivo de vida);

-Arranjar uma muié (difícil, mas nóis tem esperança. Afinal, nerd tá na moda);

-Ler mais do que eu já leio. Eu sempre penso que não é o suficiente;

– Aprender a cozinhar coisas que não sejam miojo/frango empanado/ovos (se é que preparar essas coisas é considerado cozinhar);

-Meu cabelo deve atingir o meião das costas (parte quase lombar) (não sou eu que decido isso, mas de acordo com uns cálculos aqui…até o fim do ano será uma realidade);

– Mandar pessoas escrotas tomarem no cu de vez (fui muito tolerante em 2007);

-Mostrar pra professorinha mal comida de genética que EU POSSO;

-Ver uma onça pintada/gavião real/sucuri na natureza;

-Tornar o meu DS o objeto final de entretenimento;

-Vencer algum random torneio de DS nos eventos de animê daqui da cidade. Rá.

-Comprar um Wii, SENDO BEM CAÓTICO (leia-se, se eu de repente ganhar uma grana alta pra poder gastar);

-Tentar não vomitar ao ver DBZ live action (tive que colocar isso. Ôôô desgraça que esse filmeco vai ser, viu);

Ufa. Acho que prometi até demais.

É bom sempre saber que nem tudo isso vai se realizar, mas é bom também ter consciência de que eu pensei nisso. Como um meio de mudar, evoluir.

That’s all, folks. Mais um movimento de translação finalizado com sucesso.

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Pendrive alheio em apuros.

Eu não me lembro bem ao certo quando houve a explosão de pendrives. Só o que eu lembro é que, certa vez, apareci com um disquete na faculdade e riram da minha cara.

O pendrive é um como um HD removível. Genial, não? Você pode ter um HD ambulante, sacas. Eu nunca me preocupei em ter um pendrive, até o dia que as apresentações da faculdade se tornaram altamente dependentes dessa parada, visto que o datashow virou ”standard”. Então eu fui comprar um pendrive, em uma bela tarde após a aula, já um tempo atrás. É o jeito, às vezes não podemos resistir aos avanços.

Na minha sala, na faculdade, tenho uma amiga viciada em mangás, animes, essas paradas. Uma otaku, embora não assuma. Certa vez, jogando conversa fora no msn, ela me oferece um anime com todos os episódios em RMVB, no seu pendrive. Achei esquisita a proposta, mas aceitei.

No outro dia, ela me aparece no fim da aula com o pendrive, e eu coloquei cuidadosamente no compartimento superior da minha mochila, sabe como é, pra não dar merda. Prometi que traria o pendrive da menina são e salvo, no dia seguinte.

Cheguei em casa, copiei os episódios do pendrive dela (que por coincidência, é idêntico ao meu) pro meu pc, e o coloquei de volta no compartimento superior da minha mochila. Tudo perfeito, nenhuma merda tinha acontecido até então com o pendrive da menina.

No dia seguinte seria a última prova de Invertebrados II , e também a entrega de um resumo de crustáceos, que eu deixei pra fazer lá na sala (como de costume). Cheguei na faculdade cedo, pra comprar as folhas em branco e começar a fazer o resumo. Cheguei na papelaria, pedi três folhas de papel almaço. O dinheiro pra pagar a parada tava naquele compartimento superior da mochila, onde também estava o meu pendrive e o pendrive da minha colega, além das minhas canetas, meu lápis e minhas borrachas.

Meti a mão lá, sorrindo pra moça da papelaria, enquanto vasculhava o pequeno espaço em busca do dinheiro. Até que eu acho a moeda de R$1 e tiro de lá. Quando fiz isso, o desastre:

Minha mão tava suja de tinta.

Era tinta pra caralho.

Entrei em pânico na hora. Obviamente, o primeiro pensamento foi pegar o meu pendrive e o da menina e ver o estrago. Uma das minhas canetas estourou, e isso nunca havia acontecido antes. Nem preciso dizer que deixei a mulher com cara de merda lá no balcão e fui correndo pro banheiro avaliar os danos.

Chegando lá, eufórico, tirei os dois pendrives da mochila. Eles estavam totalmente azuis. Nessa hora, pensei: ”Me fodi, como sempre.”

Tive a idéia ridícula de molhar os dois pendrives, mas acabei manchando-os mais ainda. Fiquei logo puto lá no banheiro, um senhor que tava mijando por lá soltou uma risadela quando viu a situação, e eu ainda esbravejando. Escrotamente, o pendrive da menina era o mais pintado, e quando mais os segundos passavam eu me via mais fodido. Só imaginava eu entrando na sala e a menina chegando em mim pra pedir o pendrive. Na hora eu pensei: ”Ora bolas, eu posso dizer que esqueci, e tentar resolver isso amanhã ou depois, pedindo um pouco de álcool em algum laboratório e efetuar a limpeza dos dois pendrives”.

Daí eu fiquei UM POUCO mais tranquilo. Guardei os pendrives no bolso (já ia colocar na mochila de novo, pra sujar mais ainda…tava raciocinando pouco) saí do banheiro e me dirigi ao longo do corredor até minha sala. Entrei lá, o alívio: a menina não tinha chegado ainda. Fui sentar lá no meu lugar, no fundão, e fui lovo aliviando a história pros meus amigos, que começaram a rir da minha desgraça. Também deram a idéia do álcool, só pra aliviar o tranco mais ainda. O problema é que, sabe a capinha do pendrive? Se tinta tivesse vazado pra dentro daquela porra, eu tava fodido. E ainda mais, na limpeza do pendrive, o álcool também poderia foder os dois.

O  tempo foi passando, passando…nem preciso dizer que não prestei atenção alguma à aula escrota de genética, e logo chegou o intervalo. A menina não tinha chegado ainda, pra minha total alegria, mas ainda não total alívio. Então era hora de fazer os técnicos do laboratório ao lado da nossa sala sentirem pena da minha história e liberarem um pouco de álcool e algodão pra eu tirar os demônios do pendrive alheio. E lá fui eu, incrivelmente seguido dos meus amigos (até que nessa hora eles não foram uns filhos da puta), e consegui o bendito álcool 70% e uma porrada de algodão pra executar a limpeza do pendrive.

Mas eu tava nervoso. Ainda pensava que poderia acontecer merda na limpeza, e simplesmente peguei o bolo de algodão e mergulhei no álcool. Meus amigos perceberam minh situação terminal e tomaram conta da limpeza, limpando o pendrive da menina primeiro, com pequenos pedaços de algodão/cotonetes levemente molhados. Aí eu fiquei ali, vendo eles limparem a merda toda e pensando COMO eu posso ser tão azarento nesta porra de vida. Me emprestam um pendrive por um dia só, e acontece uma disgrórnia dessas? Aí meus olhos viajaram rapidamente dos técnicos do labóratório até a porta, onde eu via se conseguia detectar a presença da menina nos corredores, e rapidamente interceptar a visão dela acerca da operação no seu pendrive.

Quando dei por mim, os caras já tinham terminado de limpar o pendrive dela. Ficou totalmente limpo. Só restava saber se ele ia prestar após aquilo. Daí eu, já aliviado, começei a limpar o meu pendrive de qualquer jeito, e no final até que ficou limpinho.

Saí do laboratório, vitorioso. Não foi uma merda tão grande assim, mas eu fiquei até baqueado, tamanha a minha falta de sorta fela da puta. Nessa hora em que eu estava tendo algo parecido com um orgasmo, me lembrei subitamente que eu ainda não tinha feito a porcaria do resumo. Sem problemas, tudo era alegria àquelas alturas, voltei com a moça da papelaria (que ainda mantinha a mesma cara de quando eu saí parecendo um retardado em pânico) e comprei as folhas. Cheguei na sala, a menina já estava lá. Tentei evitar contato visual com minha ”quase carrasca” e prontei-me à fazer o resumo de Crustáceos. A prova naquele dia foi em dupla, e no término desta, cheguei com a menina (que estava sentada perto da mesa da professora) e entreguei, com um sorriso, o pendrive, seguido de um ”Valeu!”.

Vou tentar colocar pendrives alheios em compartimentos separados das canetas, de agora em diante.

Motivos pra adquirir um DS

Tô aqui pra botar na cabeça de vocês uns motivos básicos pra comprar um DS. MOTIVOS BÁSICOS. Nada muito profundo.

Esse portátil tá virando minha cabeça. Foi uma aquisição maravilhosa, e logo estarei com o acessório que consolidará minha vitória nerd. Sem enrolação, são 03:24 AM e eu tô meio retardado, preciso dormir logo, então vamos aos fatos:

1- O motivo principal de eu comprar o DS foi o R4. R4 é um acessório que, em conjunto com uma memória Micro SD, fará o seu divertimento no DS uma coisa gratuita. Pra sempre.

Simples de explicar: R4 é como se fosse um cartucho de DS, só que sem memória. Tem um slotzinho lá pra por uma memória, é aí que entra a Micro SD, de preferência com 2 GB. Bote isso num outro acessório que esqueci o nome pra plugar a parada via USB, e jogue suas roms de DS dentro. Retire a Midro SD, ponha no R4 e tchau. As roms magicamente abrirão no teu DS. FÁCIL, RÁPIDO, PAGAMENTO ÚNICO, PIRATARIA ROCKS, END OF HISTORY.

2- O DS é lindo. O DS que eu comprei (Onyx Black) é sem dúvida o mais lindo deles, à prova de sujeira (por ser preto), e é meio blindado por fora. Estamos falando de design aqui, senhores. Comparado ao fat, o lite é infinitamente superior e fodão. Design interno e externo, completamente modificado. Fácil de segurar, não cansa, os botões R e L no início eu achei esquisitos, entrei em pânico. Mas depois de um tempo, acostuma. A limpeza do bicho é completamente easy, seja pra limpar as telas quando fora. É tudo bem lisinho. Shiny. Estou apaixonado. Se liga no gostosão:

3- Jogos bons. O conceito de jogos bons varia de pessoa pra pessoa. Mas a MINHA pessoa adora Zelda, Metroid, Castlevania, Resident Evil, Mario e o resto. São nomes velhos? Tá. Mas lançam jogos novos!

Outra coisa que eu vivo falando é que, por ser portátil, tem muito título novo, arriscado, e bom. RPG’s então, nem se fala. É uma boa pedida pra gamer casual ou não.

4- Interatividade! Caramba, é como um mini Wii. Tem jogo que se joga 100% na stylus. Tem jogo meio tosco também com uso da stylus, como o Metroid Prime Hunters (terror dos canhotos), mas a maioria é muito delicioso de jogar. É muito bom quando você tá lá jogando Trauma Center ou Brain Age, e junta uma multidão pra ver você fazendo operações no povo com a stylus, ou resolvendo testes. Isso não tem preço.

5- Muitas funções, claro. Dá pra escutar mp3 no bicho, ver fotos, acessar a internet, e até dizem que dá pra emular SNES. Ô lôco, caçula.

6- O brinquedinha FECHA. Até o modelo fat fechava, Thiago. E daí? E daí que eu adoro jogar isso na cara dos PSP fan boys. A TELA NÃO ARRANHA, LOSERS. Só se o dono for meio tapado.

7- A bateria recarregável também rula. Chega de pilhas, caras. Se liga só: Carregue o DS por 4 horas e jogue 16. Legal? Agora olha isso: A bateria pode recarregar 500 VEZES antes de apenas perder 30% de sua longevidade.

8- Tem os tais jogos ”similares”, cópias perfeitas dos originais, com capa, e tudo. E mais baratos.

9- Eu poderia continuar até 20, mas porra. Tô com sono. Então, pra finalizar, DS NA MÃO, CALCINHA NO CHÃO. Eu falo sério. Com esse artefato em mãos, você terá todas as cocotas à seus pés. Elas não resistem ao charme de Trauma Center, Brain Age, New Super Mario Bros., e etc. Compre já o seu e mantenha-se equipado. Talvez a stylus tenha um uso extra, quem sabe.

O portátil.

É, eu sei. Faz um tempão que eu não atualizo. Segundo o wordpress, faz uma semana, mas pra mim parece um mês (noção de tempo ruim). Mas foi de propósito. Eu prometi que atualizaria isso aqui de novo com um post falando do meu NINTENDO DS.

Portáteis. É o que eu sempre falo, conforto ao jogar, praticidade…uma penca de novos sucessos (por ser, digamos, uma plataforma ”teste”). Esses tempo eu fiquei vidrado no Dual Screen, o portátil da geração atual da Nintendo.

É com louvor que eu digo: depois de UM MÊS na seca, abocanhei um pela bagatela de R$ 500 + Castlevania Dawn of Sorrow. Quer detalhado? Vamos lá.

Desde uns dois meses atrás, eu e um amigo meu da faculdade (também viciado em jogos) estávamos planejando comprar o brinquedinho. Ele comprou primeiro (nós dois somos bolsistas do CNPq, nem queiram saber o que é isso, MANTENHAM DISTÂNCIA) com o dinheiro da bolsa, e eu comprei o meu, aproximadamente umas 2 ou 3 semanas depois. Eu juntei R$250 e recebi, ONTEM, mais R$300, pra completar os R$550 e ”abocanhar o brinquedo”. Lá estava eu, com R$550 reals, andando a pé na cidade de Manaus, indo comprar uma coisa INCOMUM, aqui na cidade, e pior ainda, pra um cara da minha idade. Mas foda-se, né. Cheguei na loja e não conversei demais: -”Me vê um DS lite preto ae.”

Como sempre, o vendedor noob querendo me ”vender jogos generosamente baratos” (150 reals), e eu zuando com a cara dele dizendo que com isso eu compro um R4 + micro SD de 2GB (fake, é mais caro) e tenho todos os jogos do portátil forever. Saí de lá com o artefato dentro da bolsa, e literalmente voei de volta pra casa. Chegando, ainda todo suado, abri a caixa, lavei as mãos BEM LAVADAS ANTES e toquei na RELÍQUIA. Um sonho realizado, às custas de vício/dinheiro de pesquisa científica. Vem tudo bem organizado pra cacete na caixa, abrindo logo de cara tem uns manuais, umas paranóias, vem DUAS stylus, tudo bonitinho e pronto pra jogar. Eu não comprei jogo ontem, mas comprei hoje o Dawn of Sorrow, joguei umas duas horas e o DS descarregou (não carreguei ontem pela primeira vez), e agora está ali na cômoda, carregando.

Nem precisa dizer que eu tô feliz pra cacete. Como eu disse hoje mais cedo, enquanto jogava Mario Kart com meu amigo em plena aula de micologia, ”melhor aquisição da minha vida”. Deixo aqui a dic a: DS NA MÃO, CALCINHA NO CHÃO.

Post digitado na pressa porque daqui a pouco tem freeroll (tô devendo um post sobre poker).

Próximo post: motivos para se ter um DS.