Review: Summon Night: Swordcraft History

Aqui vai um review pequeno que publiquei um tempo atrás no site http://www.romsparagba.com/. Sim, eu sei, tô publicando coisa velha, mas tenho certeza que ninguém que está lendo este post agora já leu esse review (tirando uns amigos), então é útil enquanto eu não faço um review de Warcraft III (que é o que estou jogando). Então vam’lá.

Summon Night: Swordcraft History, review feito por este que vos fala.

Geral
Nota: 9

O Gba é um portátil admirável quando falamos na cena dos RPG’s. Sendo um portátil, é usado para mostrar à comunidade de gamers uma série de títulos do gênero, totalmente novos. Um deles é Summon Night: Swordcraft Story.
Desenvolvido pela Flight-Plan e publicado pela Banpresto, temos um RPG novinho em folha e no mínimo ousado. A base do jogo se dá na criação de armas, que podem ser usadas nas batalhas. São disponíveis aos jogadores espadas, machados, lanças, luvas e até brocas! O jogador (ou jogadora) é um ferreiro, e deve coletar materiais para forjar suas armas.
A batalha do jogo lembra Tales of Phantasia, diposição horizontal, você corre, pula, e claro, acerta os oponentes com sua arma (que pode desgastar e quebrar em batalhas mais longas) sendo importante estar usando sempre três armas.
Você dispõe também de uma criatura ‘summonada’ que auxilia nas batalhas usando magias de ataque, defesa, cura e etc. Existem quatro no jogo, qual será a sua depende de certos fatores.
Summon Night é um RPG divertidinho, nada que valha o maior dos esforços pra ser finalizado, mas garante boas horas de diversão.

História
Nota: 8

Você é Cleru, um craftknight que tem um sonho: se tornar um craftlord. Há um campeonato em sua cidade para determinar quem galgará o novo posto, e Cleru entra na disputa. Mais pra frente no torneio a coisa vai ficando preta e ele vai se envolvendo em conflitos entre cidades e craftlords e mistérios envolvendo espadas forjadas por seu pai, e uma misteriosa deusa.
Não precisa dizer que a história muda se for uma menina, mas não a essência. Outras mudanças também ocorrem com escolhas nos diálogos, fator que sem dúvida aumenta o replay.
A história fora do contexto do torneio não empolga tanto. Sim, é meio fraquinha. Mas a parte de se tornar um craftlord pode ser a coisa mais clichê nos rpgs, mas nunca cansa.

Gráficos
Nota: 7

Uma screen da batalha.

Medianos. Para a época de lançamento, poderia ser muito melhor. Existem sim pontos fortes nos gráficos (batalha), mas deixa a desejar, e muito. Jogos de 2002 superam este muito facilmente. Era esperado bem mais. Até os efeitos de magia não são lá muito chocantes, quano deveriam. Um ponto fraco.
Som
Nota: 5

Efeitos sonoros também são medianos. É decepcionante ver que um jogo de 2006 tem qualidade sonora de jogos de game boy color, algumas vezes. Mas é perfeitmente jogável, muitos não ligam (eu) ou nem prestam atenção.

Música
Nota: 6

Poucas melodias são fortes, daquelas que você se pega assobiando pela casa. Claro que há exceções, como a música da central tower, batalha e etc. Os efeitos sooros é que não ajudam muito. Muitas vezes me peguei lembrando de músicas dos zeldas de gameboy color enquanto jogava.

Nota Final – 7

E como diz o Al Pacino no filme ”Perfume de mulher”:

Na dúvida, fode.

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