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A Hora do Espanto – Fright Night

Tudo no mundo do cinema evoluiu nos últimos tempos, obviamente. Mas é incrível como dois gêneros apenas involuíram: terror/horror. Na minha opinião, o cinema de hoje em dia simplesmente não combina com esses dois gêneros. Aquelas tomadas bem feitas, os belos efeitos, as coisas ”perfeitinhas demais” não chegam nem aos pés dos filmes antigos, que eram bem mais trash, tinha uma maquiagem MACABRA e metiam medo DE VERDADE.

Um exemplo disso é um filme marcante da década de 80, entitulado ”A Hora do Espanto”. Assisti essa bagaça quando pequeno, e assisti novamente duas vezes nos últimos meses. Esse filme é dirigido pelo mesmo diretor de ”Brinquedo Assassino”, outro filme totalmente grotesco que eu via e me mijava de sangue na infância.

Descrever esse filme é bem simples. A história é simples. Charley Brewster é o típico garoto aficcionado por filmes de terror, na década de 80. Ele tem uma namorada, Amy, típica menininha-da-mamãe que nunca quer liberar pro namorado. Uma noite os dois estão na pegação no quarto dele, enquanto passa um programa na TV: ”Fright Night”, um hit da época apresentado por um ex ator de filmes de terror, Peter Vincent, ”o caçador de vampiros”. Uma hora o Charley tenta violar o cinto de castidade da guria e ela da o pití típico de virgens. Eles brigam, Amy fica sentida e decide liberar pra ele, porém era tarde demais! O nerdão do Charley viu um movimento estranho no jardim da casa ao lado, dois homens carregando um caixão! Aí que história começa de verdade.

Os dois homens são Jerry Dandrige e Billy Cole, dois caras que se mudaram pra uma casa velha, se não me engano ao lado da casa do Charley. Logo quando esses caras chegaram lá, uma onde de assassinatos de jovens menininhas começam a acontecer na cidade, e Charley descobre que isso está relacionado aos dois caras, ficando mais claro quando ele espia pela janela do seu quarto o Dandrige matando uma das meninas, mostrando as presas. Aí o moleque fica doido. Tenta ir na polícia mas ninguém acredita nele! Nem mesmo seus amigos. Então ele vai pedir ajuda ao famoso Peter Vincent para tentar deter o Dandrige e seu capanga e continuar a onda de assassinatos. O pior é que Dandrige é o típico garanhão, morenão boa pinta, tanto que seduz a mãe e a namorada do Charley, o deixando numa desvantagem escrota.

Uma coisa interessante pra falar é sobre os personagens. Esse filme tem personagens marcantes, que criaram tendências, até viraram moda! Por exemplo, tem o melhor amigo do Charley, Ed Thompson, ou carinhosamente ”Evil”, ”Evil Ed”. Esse sim é macabro! Personagens totalmente engraçado/estranho/com expressões faciais e verbais feias pra cacete, além de ser um garoto cruel. Criou uma frase que colou na década, ”Ohh, you’re so cool, Brewster!”, esses dias achei até uma camiseta com essa frase pra vender na net, talvez eu até compre.

Charley, Amy e Evil

O Dandrige poderia ser tudo menos um vampiro. Morenão, estilo latino, diferente daqueles vampiros pálidos dos filmes de hoje em dia (o que seria o certo, se considerarmos sua origem). A roupa do cara é nada a ver, e ainda é o garanhão do pedaço. Se liga:

agora, vampire mode:

Sentiu? Poisé.

O famoso caçador de vampiros, Peter Vincent, é o mais engraçado do filme depois do Evil Ed. Imagine um cara que é ídolo de todos os adolescentes americanos pelos seus filmes de terror, tanto que o cara virou até ídolo e todo mundo pensava que ele REALMENTE sabia caçar vampiros. Até o Charley foi lá procurar o cabra. Uma pena porque ele era um velho cagão que só sabia dos truques pra matar vampiros, mas só isso ajudou.

Peter usando um crucifixo contra Dandrige

A Amy é uma putinha, louca por sexo desde o início, mas relutante. Tem uma cena que ela é seduzida pelo Dandrige numa danceteria, e quase cai de boca ali mesmo. No final ainda vira uma vampira porque o Dandrige foge com ela após a cena da danceteria e a morde, e quem sabe até tenha feito algo mais.

O amigo que mora com o Dandrige é outro bizarro, não pude perceber até o fim do filme se o cara era vampiro ou não, pois ele não sofria queimaduras na luz (indício de humanidade) porém no final ele pegou 30 tiros na cabeça e demorou pra morrer…vai entender.

Uma coisa importante pra se falar também nesse filme é a maquiagem, um dos pontos principais que fazem com que esses filmes antigos sejam melhores que os atuais. Que maquiagem é essa, nesse filme? Medonha! E medonha ainda é uma palavra que não expressa tudo. Quem tiver oportunidade de ver esse filme, repare na parte que a Amy vira uma vampira (aquela maquiagem já foi usada em um monte daqueles flashs de susto). Muito grotesca. O Evil Ed também vira vampiro (spoil pra cacete, mas quem liga pra spoil? Na hora que forem ver muda tudo, podem acreditar) e a maquiagem dele também é FEIA, de dar medo, desprazer, nojo…destaque pra cena que ele vira um lobisomem.

Basicamente, é isso. Fright Night é um dos meus filmes antigos preferidos, e essa não vai ser a primeira nem a última vez que resenharei filmes antigos aqui. Espero que pessoas que tenham vivido em meados de 85 ou até neo-fãs tenham gostado.

Até breve, na dúvida…fode.

”Focus”

Em feriadão da tal ”consciência negra”, sem nada pra fazer, coçando o saco deliberadamente aqui estou, pra filosofar mais um pouco.

Sabe, o bacana do wordpress são as funções. As estatísticas no dashboard, onde eu posso ver até como acham o blog no google, o como pesquisaram. Pessoas aleatórias visitam esse blog diáriamente, procurando as coisas mais bizarras, e acham, aqui! Isso é foda. Muito foda.

É legal possuir um meio de comunicação como este. Poder sempre dizer algo que alguém queria ler. Por este meio posso expressar idéias que muitas pessoas concordam, e discordam, por que não. E hoje vou falar de um assunto que me dominou nos últimos tempos. Acho que a maioria pode discordar.

Desde quando ganhei um PC, em 2002, eu já fiquei viciadão. ”Sempre cresci paradão na idéia” de ter um computador. Mas só pra diversão. Diversão extra. Nada profissional. Acessei a Internet daquele meu computador velho já em 2003, aí a coisa MELHOROU (ou complicou?). Nesse mesmo ano eu me mudei do bairro que morei durante QUINZE anos e vim morar no centro da cidade, onde não tem nada, nem ninguém interessante. Fiquei sedentário e meio dependente da Internet pra me ligar com o mundo e me dar diversão.

Muitas pessoas usam Internet pra trabalhar, E SÓ. Minha mãe sempre encarou a Internet como um meio de trabalho e estudo, e eu sempre como diversão em primeiro lugar, trabalho e estudo depois. De 2003 até o presente ano, eu me viciei em todo o tipo de coisa online (especialmente jogos). Jogo ali, jogo aqui, MMORPG’S (quem conhece, sabe), e era sempre largando um e começando outro a casa semana. Foi uma diversão desgraçada durante esses 4 anos.

Quando eu entrei na faculdade ano passado, consegui manter o mesmo ritmo de vício. Mas agora tá complicando. Já me peguei usando a Internet mais pra trabalhar do que pra me divertir, um dia desses. Com essas mudanças eu percebo o ”tempo” que tava perdendo me divertindo tanto online. O ano todo de 2006 (um ano de faculdade, já com compromissos extras, trabalho e tal) eu sempre dava um jeito de ficar no vício dos jogos com os amigos internéticos, num frenesi filho da puta de games e mais games. Eu nem pensava que poderia estar estudando enquanto isso (embora eu nem precise me matar de estudar). Chegamos ao título do post: focus.

Esses tempos tentei ser mais focado em poucas coisas, para torna-las melhor. Percebi que tudo que eu fazia, mesmo sendo muito, não era produtivo no final. Eu SUSPEITO que tenho DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Nunca consigo fazer nada concreto, terminar nada, sou muito desligado, me preocupo pouco com coisas importantes, e etc. Por exemplo, esse blog pode, com o tempo, cair no esquecimento. Percebam que eu num postei durante uns 4 dias. Outro exemplo, meu salário saiu dia 10 e eu ainda não fui pegar. Já tava esquecendo, mesmo. Esses tempos estou tentando reduzir todo aquele meu Nirvana de jogatina online à um só jogo: WarCraft III, enquanto me dedico mais aos estudos.

Até aí tudo bem. Agora vamos a outro ponto: todo mundo que é viciado em Internet, tem messenger, orkut, essas paranóias, TEM UM AMIGO VIRTUAL. Aquele que mora longe, mas que é melhor que muitos amigos do seu cotidiano, sabe? Poisé. Durante esses meus 4 anos online fiz amigos interessantes no meio da jogatina. Três deles são grandes amigos, dentro uns 20 que ainda mantenho contato. Esses três ainda estão no ritmo frenético de jogatina. Aí as duas coisas se chocam: a minha idéia e o vício dos meus amigos.

Eles não fazem faculdade. Não trabalham. A escola é uma PIADA, ridículamente fácil. Não há obrigações extremas, preocupações, é como ser criança, quando se está na escola. Certo dia ficaram putos comigo por que não quis jogar um jogo com eles e só queria jogar WarCraft. Uma hora temos que crescer, de alguma forma. Não parei de jogar jogos online, ainda jogo WC, e muito. Jogo jogos de console, e muito. Mas pra vocês, viciados em MMORPG’s que leem isso, ESSE VÍCIO NÃO COMPENSA. Nem que seja por diversão. Quando chegarem numa idade mais avançada, perceberão que as memórias divertidas das horas perdidas naqueles múltiplos jogos foram meio que em vão.

Meu recado aqui é simples: foquem. Se querem algo na vida, foquem. Não atirem pra todo o lado. Não deixem coisas pequenas cruzarem seus caminhos. Atinjam seus objetivos com força. E saibam a hora em que terão que assumir responsabilidades e defrontarem com o mundo.

Review: Summon Night: Swordcraft History

Aqui vai um review pequeno que publiquei um tempo atrás no site http://www.romsparagba.com/. Sim, eu sei, tô publicando coisa velha, mas tenho certeza que ninguém que está lendo este post agora já leu esse review (tirando uns amigos), então é útil enquanto eu não faço um review de Warcraft III (que é o que estou jogando). Então vam’lá.

Summon Night: Swordcraft History, review feito por este que vos fala.

Geral
Nota: 9

O Gba é um portátil admirável quando falamos na cena dos RPG’s. Sendo um portátil, é usado para mostrar à comunidade de gamers uma série de títulos do gênero, totalmente novos. Um deles é Summon Night: Swordcraft Story.
Desenvolvido pela Flight-Plan e publicado pela Banpresto, temos um RPG novinho em folha e no mínimo ousado. A base do jogo se dá na criação de armas, que podem ser usadas nas batalhas. São disponíveis aos jogadores espadas, machados, lanças, luvas e até brocas! O jogador (ou jogadora) é um ferreiro, e deve coletar materiais para forjar suas armas.
A batalha do jogo lembra Tales of Phantasia, diposição horizontal, você corre, pula, e claro, acerta os oponentes com sua arma (que pode desgastar e quebrar em batalhas mais longas) sendo importante estar usando sempre três armas.
Você dispõe também de uma criatura ‘summonada’ que auxilia nas batalhas usando magias de ataque, defesa, cura e etc. Existem quatro no jogo, qual será a sua depende de certos fatores.
Summon Night é um RPG divertidinho, nada que valha o maior dos esforços pra ser finalizado, mas garante boas horas de diversão.

História
Nota: 8

Você é Cleru, um craftknight que tem um sonho: se tornar um craftlord. Há um campeonato em sua cidade para determinar quem galgará o novo posto, e Cleru entra na disputa. Mais pra frente no torneio a coisa vai ficando preta e ele vai se envolvendo em conflitos entre cidades e craftlords e mistérios envolvendo espadas forjadas por seu pai, e uma misteriosa deusa.
Não precisa dizer que a história muda se for uma menina, mas não a essência. Outras mudanças também ocorrem com escolhas nos diálogos, fator que sem dúvida aumenta o replay.
A história fora do contexto do torneio não empolga tanto. Sim, é meio fraquinha. Mas a parte de se tornar um craftlord pode ser a coisa mais clichê nos rpgs, mas nunca cansa.

Gráficos
Nota: 7

Uma screen da batalha.

Medianos. Para a época de lançamento, poderia ser muito melhor. Existem sim pontos fortes nos gráficos (batalha), mas deixa a desejar, e muito. Jogos de 2002 superam este muito facilmente. Era esperado bem mais. Até os efeitos de magia não são lá muito chocantes, quano deveriam. Um ponto fraco.
Som
Nota: 5

Efeitos sonoros também são medianos. É decepcionante ver que um jogo de 2006 tem qualidade sonora de jogos de game boy color, algumas vezes. Mas é perfeitmente jogável, muitos não ligam (eu) ou nem prestam atenção.

Música
Nota: 6

Poucas melodias são fortes, daquelas que você se pega assobiando pela casa. Claro que há exceções, como a música da central tower, batalha e etc. Os efeitos sooros é que não ajudam muito. Muitas vezes me peguei lembrando de músicas dos zeldas de gameboy color enquanto jogava.

Nota Final – 7

E como diz o Al Pacino no filme ”Perfume de mulher”:

Na dúvida, fode.

Consciência negra?

Estávamos lá na sala de aula quando alguém diz que ”semana que vem tem um feriado”. Ok, achei interessante porque feriado é sinônimo de putaria e vagabundagem, PORÉM depois disseram que era um tal de ”dia da consciência negra”.

Vou bater na velha tecla que já tá amarelada, DIA PARA NEGROS = SELF-RACISM. Qual é, povo..eu nem sabia da existência desse dia, mas caralho, ridículo. Por quê não um dia da consciência branca? Muita queratina agora significa um feriado nacional? Sinto pena da pseudo-negrada. Sentem orgulho de serem discriminados em um dia inteirinho.

E os índios? Estavam nesta porra de continente muito tempo antes dos portugueses ou os negros escravizados chegarem, foram dizimados, hoje são de posse do governo, são civilizados, perderam sua cultura e SEU DIA NÃO É FERIADO. Eles são a raiz do Brasil, o pó do café, aqueles que estavam, estão e estarão. Alguém tá pouco se lixando pra eles?

E os negróides? Aqueles que dizem ser negros, mas são apenas uns cafusos/mulatos de merda? Negro, meus filhos, é aquele que de tão negro brilha no Sol. É aquele que nem perde tempo aqui nessa terra baixa onde foram serviçais. Negro que tem que se orgulhar é aquele que não se mistura mais com porcos como nós. Negro que é negro deveria sentir vergonha de ter um dia desses.

Iniciando os posts sobre jogos.

Bom, quem me conheçe sabe que sou aficcionado por jogos. Taradão mesmo. Sou um jogador um pouco ”velho”, peguei épocas como a do Nintendinho/SNES/Mega Drive e outros, e CONTINUO gostando dessas plataformas, jogando-as com frequência e tal. Um tempão atrás (entendam menos de um ano, minha noção de tempo não é confiável) eu escrevi um review pra um blog de um amigo (hoje esquecido) do jogo Shadow of the Beast (MD/AMIGA). Ok ok, tá mais pra sátira, mas após jogarem, e SE jogarem, vocês entenderão que não há nem como fazer um review sério da bagaça. Então lá vai. Má leitura.

Review: Shadow of The Beast
Plataforma: Genesis, AMIGA
Feito por: Necromance_

Em uma tarde quente característica da minha cidade, lá estava eu navegando por fóruns cheios de hardcore gamers
quando me deparo com um tópico de ”jogos impossíveis”, onde era bastante comentado o jogo
”Shadow of the Beast”, de mega drive e AMIGA. Li comentários cabulosos, gente falando que era um jogo
realmente impossível e que os
próprios criadores decidiram que seria assim. Lendo aquilo me pareceu um tanto cômico. Que espécie de jogo seria feito
para não ser zerado?
O sorriso na minha cara só durou até eu baixar a rom e rodar no emulador. Sagaz como sou, baixei logo pra dedicar um tempo
ao zeramento desse jogo dificílimo e adquirir mais amigos pra andar no recreio.
Primeiro de tudo: Que jogo consegue ser tão tosco a ponto de não ter uma apresentação? No inicio aparece uma tela com letras
alienígenas com nome do produtor, empresa e distribuidora do jogo, até aí ok. Depois uma tela com o protagonista do jogo, uma
espécie de inseto roxo misturado com álien, com uma ferida exposta na cabeça. Ele está segurando a palavra ”Beast”. Soberbo.

 

Então o jogo começa. O cenário é a coisa mais bizarra que já vi, chega até a dar medo. São montanhas, Luas gigantes
e ZEPELINS voando no céu. A atmosfera é violeta dando a entender que é um outro planeta. Eu gostei da trilha sonora.
É totalmente ridícula e psicodélica, se adequa bem ao jogo. Ao começar, também não há nenhuma apresentação.
Você é um alien que foi cagado do nada ali, naquele lugar, e deve lutar contra as forças do mal. Tomando o caminho da
esquerda, você chega até uma casa dentro de uma árvore (sim, uma CASA com uma porta confeccionada em madeira, tudo
bonitinho, em um planeta alienígena).
No caminho pra essa casa vi coisas interessantes. Do nada veio um rochedo por trás de mim, a 200km/h, jogado por, sei lá
quem. Nessa hora percebi que nesse jogo você tem que liberar um soco um segundo antes do inimigo chegar, para haver uma
conexão perfeita entre o seu punho e o projétil! (sim leitor, o projétil. Montros voadores vem voando EM LINHA RETA para você,
como se tivessem sido lançados, e ainda vem em uma velocidade estúpida). Logo percebi que pra se dar bem nesse jogo você
tem que pegar uma espécie de timing de ataque. Totalmente ridiculo, e tira metade da diversão.
Ok, depois de rochedos e morcegos me atacando de dia, entrei na casa da árvore. Logo na entrada, uma bola de fogo me acerta
por trás. Voltando pra verificar a parede, não tinha absolutamente NADA. Pura sacanagem do criador dessa merda de jogo.
Devo lembrá-los que nesse jogo você possui 12 vidas. Elas ficam postas no canto superior esquerdo da tela. Cada porrada que
você leva, uma vida vai embora. Se forem todas, é game over. Existem inimigos no jogo que, se encostam em você, é game over.
Se você cair em espinhos, esqueça o mario world e sonic playstyle. É game over.
Fui entrando pela casa da árvore, e me deparando com todo o tipo de animal bizarro..abelhas, gosmas, fantasmas..uma coisa
divertida nesse jogo é o pulo do alien. Experimentem segurar o botão de pulo pra ver o que acontece.
Do nada me deparo com um caveirão gigante. Fui dar uma simples porrada no desgraçado e era game over. Peguei minha bola
anti-stress, amassei-a um pouco
e fui jogar de novo. Voltei à casa da árvore, e dessa vez segui um rumo diferente até achar uma estátua segurando
uma bola. Destruí e ganhei um soco especial, que me permitiu matar o caveirão, mas é perdido logo em seguida.
Não vou continuar esse review por esse lado, até por que cheguei bem mais longe do que isso, e demoraria horas descrevendo
as coisas insanas que vi nesse jogo.
Os gráficos do jogo são bons para um mega drive, e foram bastante aclamados na época. Mas a dificuldade do jogo ofusca tudo isso
Parece que foi feito por malucos que sempre perdiam no futebol e na peteca, e resolveram se vingar criando um jogo para não
ser zerado.
A diversão é nula. Shadow of the Beast foi feito para te FRUSTRAR, ou seja, se você não for um hardcore gamer, nem jogue.
O replay é inexistente, visto que se você um dia zerar esta coisa sem estar com seus cabelos todos brancos e caindo, você
vai querer esquecê-lo o mais rápido possível.
Portanto, veredicto final:

 

Gráficos: 7,0
Gameplay: 3,0
Sons: 0,0
Música: 8,0
Diversão: 0,0
Replay: 0,0

 

Nota final: 3,0

Pra finalizar, imagens:

Tela de título. Viu? Igual como eu falei.

Caminho da direita. Não queira entender.

Ah, e um video: http://youtube.com/watch?v=KHU2guYH7Og

Assistam se forem capazes.

Filmes fodões de ontem.

Sou um aliado da madrugada, e aprendi com o tempo que os melhores filmes passam nesse horário, se tratando de conteúdo. Veja bem, os MELHORES. Pra mim, um filme bom precisa apenas ter imersão. Sem frescurites. E sim, sou cinéfilo. Mas vamos lá, ontem de madrugada vi dois filmes fodões, um eu sempre quis ver, muitas pessoas já falaram dele perto de mim, se chama ”Clube da Luta”, o outro eu achei ao acaso trocando de canal, chama-se ”Powder”, em português ”Energia Pura”.

Powder:

Peguei já um pouco avançado, mas deu pra entender tudo e toda a mensagem que o filme passa. Trata-se de uma história que mistura sci-fi com uma pitada de religião. Um garoto, que nasceu ”diferente” (a pele totalmente branca, ausência de queratina só pode) tem simplesmente o Q.I mais alto da espécie humana, além de apresentar poderes ”paranormais”. Perante isso ele cresce numa fazenda com seus avós, afastado do mundo e conhecendo-o apenas através de livros, já que não podia ver TV (ela pifa quando é ligada perto dele). Então de repente esse garoto, o Powder, sai da fazenda porque um grupinho de pessoas interessadas no seu intelecto e suas funções paranormais e quem sabe sua aparência bizarra resolveram ajuda-lo (peguei nessa parte, não sei explicar bem o propósito dos caras). Só que o Powder começa a ser humilhado pelo povinho de lá perto, taxado de bizarro, estranho, essas merdas. E ele fica com vontade de voltar pra casa.

Houveram cenas muito boas nesse filme. É explicado que a origem do ”poder” do Powder vem do fato de que TALVEZ ele estaria usando quase 100% do seu cérebro, e segundo o ilustríssimo Albert Einstein, se um ser humano conseguisse isso não precisaria mais da matéria (o corpo) e seria ”energia pura”. Também é explicado uma coisa que vai de encontro com um conceito antigo meu, o ”um pouco de tudo em tudo”, Powder explica que o poder dele também vem da capacidade de ele se enxergar em tudo. Que todas as pessoas estão conectadas. A cena final do filme é completamente surreal, o moleque sai correndo num campo e um raio acerta ele e ele explode em energia.

Esse filme me fez pensar em algumas coisas: vida após a morte (a energia nunca se dissipa, apenas se transforma), nessa viagem que o Einstein fez sobre a energia pura e que faz até um certo sentido, e outras mais. Eu recomendo o filme, principalmente pra quem curte sci-fi.

Clube da Luta:

Também peguei já um pouco avançado. Esse eu não vou contar o final pois é completamente inesperado e mágico, trágico, e outros ágicos. É um filme tão maluco que me sinto até incapaz de fazer uma sinopse, vou copiar uma aqui.

Jack (Edward Norton) é um executivo yuppie que trabalha como investigador de seguros de uma grande montadora de automóveis. Ele vive muito confortavelmente, mas está em doideira progressiva e, para driblar suas crises de insônia, extravasa sua ansiedade em sessões de terapia grupal, ao lado de gente com câncer, tuberculose e outras doenças, pois é só no meio de moribundos que Jack se sente vivo e assim consegue dormir. Sua alegria só é interrompida pela chegada de Marla Singer (Helena Bonham Carter), uma viciada em heroína com idéia fixa de suicídio. Repentinamente entra na sua vida Tyler Durden (Brad Pitt), um cara ainda mais maluco que Jack. Eles se conhecem em um vôo e mal se falam, mas quando o apartamento de Jack explode misteriosamente ele vai morar com Tyler, que vive em uma mansão caindo aos pedaços. Tyler lhe oferece uma perigosa alternativa: por à prova seu instinto animalesco em combates corporais. Assim nasce o clube do título, que ganha diversos adeptos que aliviam suas tensões arrebentando cada um a cara do outro. O clube tem algumas regras rígidas: 1) Você não fala sobre Clube da Luta, 2) Você não fala sobre Clube da Luta, 3) Quando alguém disser “pare” ou perder os sentidos a luta acaba, 4) Só dois caras em cada luta, 5) Uma luta de cada vez, 6) Sem camisa, sem sapatos, 7) As lutas duram o tempo, que for necessário, 8) Se essa é a sua primeira noite no Clube da Luta, você tem, que lutar. Com o tempo, Tyler demonstra, que seus planos vão além da criação do clube, uma mania, que ganha adeptos no país inteiro e assim Tyler sonha em concretizar o seu “Projeto Caos”.”

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/clube-da-luta/clube-da-luta.htm

Sentiu? Tem muitas reviravoltas e muita coisa acontece. Filmes assim me chamam atenção: mudanças de ambiente, personagens, acontecimentos diversos e inesperados, tipo Forrest Gump. Também recomendo, é bom pra caralho. E não pense que pelo título vai ver um filme de porrada desordenada daqueles de costume, esse filme vai além disso.

Ciao.

O que eu penso sobre o futuro da humanidade.

Me peguei um dia desses discutindo isso com uns amigos. Cada um falava uma idéia mirabolante sobre como estaremos, e se estaremos daqui a uns anos, e como as tecnologias de hoje estariam e se estariam, daqui a um tempo.

Quando se fala em futuro da humanidade, pode até ser meio besta, mas a primeira coisa que vem na minha cabeça é o aparelho celular.

Puta merda. Em 2002, quando eu estava na oitava série, houve um boom nas empresas de telefonia móvel, claro que antes já havia um certo uso, mas não tão acentuado quando foi naquele ano. Lá estava eu, o pobre da sala, em um colégio católico com 10 celulares por metro quadrado. Não eram mais os tijolões: estes foram substituídos por modelos menores e mais leves, e com mais funções. Tinha o joguinho da cobrinha, e as mensagens. Os caras colocaram um atari e um sistema de e-mail dentro daquela porra de telefone móvel.

Naquela época eu aceitei tudo numa boa, claro. Eu nem pensava direito como o celular é inútil..mas inconscientemente eu tinha isso dentro de mim, pois NUNCA tive um. Então, o tempo foi passando, e a cada ano o negócio ficava mais pesado. Apareceu uma leva de celulares dobráveis e com tela colorida em 2004, o que me fez atentar pro fato. Tava tudo indo muito rápido. O que se passou nos anos seguintes foi nada menos que um crescimento exponencial. Hoje, em 2007, 5 anos após o boom, eu já nem sei mais o tanto de funções que os celulares adquiriram. Tiram foto, acessam a internet, já tem celular parecido com palm top, e um dia desses eu li que vai dar até pra pagar contas com ele.

Voltemos agora pro início do post. Conversando com meus amigos sobre o futuro da humanidade, eu sugeri que os celulares daqui a um tempo vão fazer absolutamente tudo. Talvez até vão adquirir uma função transformer, quem sabe. Já pensou, você compra um aparelho celular, aperta um botão e ele vira um robô multifuncional? Ou, apertando outra tecla, ele faz um holograma de uma mulher gostosa à seu dispor?

Quanto à funcionalidade, creio que os celulares vão substituir tudo por um sistema totalmente viva-a-voz. E o celular em si será literalmente um robô ciente, conversará com você e fará sua ligações seguindo seus comandos de voz. Será INTELIGENTE. Vai até mandar você tomar no cu, se der na telha.

Por que eu falei tudo isso dos celulares? Porque desse exemplo posso explicar tudo que pode acontecer conosco no futuro, em se tratando das nossas tecnologias. Já viu Matrix, não é? Poisé. Achou aquilo uma viagem? Pois eu não. No futuro, se não tomarmos um cuidado extra com a nossa mania de deixar as coisas mais fáceis do que já são, as máquinas que nós mesmos criamos irão nos foder. Lembrem do celular multifuncional.

Mas nos foder? Como? Ora, pra quê eu vou querer contrarar um humano escroto, corrupto e lerdo, se eu posso ter um robô fodão multifuncional como…garçom? Balconista? Ou simplesmente deixar meu celular lá, me defendendo no tribunal. Pra quê um advogado? Poisé. E o que isso tudo significaria? Perda de empregos. Ganho de muitos ok, mas e se as máquinas ”cientes” resolverem fazer umas as outras? Seremos USELESS. Seres humanos serão DOMINADOS.

Esse é um lado da moeda. O lado ”humano” do futuro, isso se nós mesmo não estouramos nosso próprio cu numa terceira, quarta, ou quinta Guerra Mundial. Já pensaram no lado ambiental? Nem pensem, pois não existe. Pensem na Terra como um grande ser vivo, e nos aloque dentro de uma escala. Seríamos como vírus. E a Terra não tem mais anticorpos pra nos combater. Estamos MATANDO o planeta devagarinho. Gás natural? Desenvolvimento sustentável? Nem dá, não mesmo. Aquecimento global tá aí, fruto da nossa masturbação ambiental.

Eu, como futuro biólogo, te digo uma coisa: vive bem. Aproveita enquanto pode, porque de uma forma ou de outra, isso aqui não tem mais jeito. Ah, e aproveita mesmo porque DEUS NÃO EXISTE E TU NÃO VAI PRO CÉU. Depois eu explico.

Teste.

Pô, devido à pressão amigógena de alguns nerds do meu msn, eu me senti pressionado a abrir um blog aqui. Eu tinha um blog, o Critério Morfológico, que fiquei um tempaço sem atualizar devido a um problema no meu teclado, que me fez usar teclado virtual por aproximadamente 5 ou 6 meses, tornando impraticável a postagem.

Mas fazer o quê. Tô postando normal agora, sacas. Esse blog? Bom, eu quero falar muita merda aqui. Muita mesmo. Eu sou um cara que fala palavrão pra caralho. Pra porra. E aliarei isso a umas críticas, pensamentos, algumas nerdícies e coisas parecidas pra colocar aqui neste espaço.

Foi um bom teste? Deve ter sido.

Sapiência? Google it.